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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Que atire o primeiro coração quem nunca teve sua pedra ferida


Onde está o manual que diz que homens que expressam seus sentimentos através de gotículas salgadas de paixão ou amargas de decepção revelam sua homossexualidade? Século XXI, galera, por favor. Quem diz isso, certamente, nunca sentiu seu coração sair do ritmo monótono da rotina. Homem que sabe expressar o que sente é homem suficiente pra dizer: “eu amo!”. Mas não é o “eu amo” que vemos por aí, vomitado, sem fundamentos. 

AINDA existem homens que anseiam o SEU sinal de vida para arrancar o eco que faz dentro de si devido ao vazio insistente e permanente. Vazio que soa e ressoa a ponto de fazer vibrar o coração bradando um som ainda mais estridente.  

                   Dê valor àqueles que afeto e zelo lhe proporcionarem e provarem que merecem seu respeito, dedicação e amor.


Esse post foi inspirado na cena da novela “Passione”, em que Diana (Carolina Dieckman), despede-se eternamente de seu amor, Mauro (Rodrigo Lombardi). Uma cena de arrancar suspiros e lágrimas dos corações mais sensíveis e de quem se identificou.

domingo, 12 de dezembro de 2010

SIM?


N =  décima quarta consoante do alfabeto, incluindo a letra "k";
A =  primeira letra e vogal do alfabeto, desinência feminia, artigo que define elementos femininos;
O =  quarta vogal e décima quinta letra do alfabeto, incluindo a letra "k", desinência masculina e artigo definido masculino;
~ = ao contrário do que muitos dizem, o til não é considerado acento gráfico. Ele serve pra nasalar as vogais.

NÃO = negação, reprovação.. Partícula usada quando se quer recusar algo.

Preciso explicar algo? 




segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Valor: dar para receber


 Melhor amigo do homem, como sou conhecido mundialmente, sou o cão. Só quem tem o prazer de minha companhia sabe o real sentido do slogan dado.

Seja você rico, pobre, negro, índio, amarelo, branco, loiro, ruivo, aleijado, miss, pode ter certeza, eu não faço distinção e não tenho preferências. Pode me xingar, vou continuar amando você, eu sei que é para o meu bem e que depois passa. Depois de alguns minutos você amolece e acaba me fazendo cafunés gostosos. Se quiser ficar sem tomar banho durante uma semana, vou continuar dando lambeijocas em você, eu não me importo com as conseqüências disso.

Me adapto a um espaço conforme suas condições. Se morar num casebre, seu companheiro continuarei sendo. Se for uma mansão com um pátio enorme pra que eu possa correr e fazer minhas cachorradas, melhor ainda. Se me ignorar, sei que alguma coisa não está nos conformes e me disponho ao seu lado para ouvir, ou apenas cumprir meu papel de companheiro.
Tudo isso porque o que eu quero é o mesmo que você, meu dono amigo. Quero ser compreendido, amado, cuidado, alimentado. As pessoas chamam você de louco por conversar comigo. Entendo mais do que muitos humanos. Eu sinto coisas que sequer passam pela mente audaciosa deles.

Peludo, pelado, raquítico, obeso, fofinho, toy, máster, de bolsa, de guarda, serei um fiel escudeiro. Meu dono amigo, a mim conte o que quiser. A você sou leal e a ninguém contarei seus segredos. Afinal, sou seu melhor amigo.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Apocalipse para o impresso?


Há boatos dizendo que o jornal impresso vai sair de circulação. Cada vez mais, o leitor busca veículos que supram a necessidade de se manter informado em tempo real. Isso não quer dizer que a internet vai tirar o impresso das ruas, significa que o fato é um sinal de que ele deve ser melhorado.

A geração que impera é a que se limita em 140 caracteres. Que se priva aos fast readers Se não me engano, li esse termo em uma matéria na Zero Hora, impressa. A matéria tinha um título instigante, página cheia. Duas páginas cheias. Conforme eu lia, a matéria ‘falava’ comigo: “começou a leitura?”, “continua lendo? Bom, você é um dos poucos...”, “Chegou ao final? Parabéns.”. Algo do tipo.

Pelo abarrotamento de links e informações que ‘aparecem do nada’ na telinha do computador, terminar uma leitura online torna-se uma missão quase impossível pra quem não está definitivamente determinado a isso.

Também tenho outra percepção. Brasil: um país em constante evolução. Se parar para ver, o numero de famílias pobres que têm acesso à internet vem aumentando gradualmente. Isso decorre de planos de ‘inclusão digital’ que o governo (...) implanta na sociedade. Voltando ao meu ponto-foco, isso está longe da realidade brasileira. Ainda existe a parcela que não tem acesso às mesmas vantagens.

O que seria sair de circulação? Acho que a demanda de jornais a serem produzidos cairia drasticamente, cessa-la seria uma atitude precipitada. Demos valor ao que temos em mãos hoje. Num futuro não tão longe, pode virar raridade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quando acordamos inspirados...


Em uma aula de Literatura foi proposto aos alunos que citassem palavras relacionadas à primavera e a um dia nublado. Feito isso, produzir um poema a partir dessas palavras. Confesso que não fiz no prazo estipulado, mas a professora, muito compreensiva, deu uma chance aos retardatários. De improviso, fiz, gostei tanto que parou aqui! :)


Nos jardins floridos da vida
Encontrei meu beija-flor
Na flor mais colorida
Deixa um beijo com amor

Se nele a chuva bate
Não sei o que fazer
Cadê meu sol que arde?
Sem meu beija-flor não sei viver


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Respeito ao consumidor, já!


Quando entramos em uma loja, logo vem uma atendente prestar seus serviços pra facilitar nossa procura. Mas garanto a você - com toda certeza porque cresci em um ambiente como esse e não é pela minha origem (árabe) que enfatiza a preservação da beleza feminina, que se uma vendedora, vulgarmente vestida, aborda um cliente, ele se sentirá inibido e constrangido. Hoje estava passando em frente a uma loja e vi um caso como esse. O cliente não sabia se olhava para a mercadoria da loja ou para o que a vendedora insistia em exibir desde o início da função. O que mais me admirou foi o dono da loja permitir tal insanidade.
Regras de boa convivência são indispensáveis em um ambiente de trabalho. Aprendi com meu irmão. Levo comigo sempre. Aonde quer que eu vá.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

desabafo.com/entendacomoquiser


Confesso que o primeiro post seria feito em homenagem ao meu avô, mas penso que sentimentos são íntimos demais para expor aqui. Apenas gostaria de reforçar que cada um tem uma maneira de expressar seus pesares. Fatores externos são complementos, muitas vezes dispensáveis. Ninguém sabe o que se passa pela cabeça alheia, muito menos o motivo pelo qual um coração bate. Cada um sabe a importância de um ser em sua vida. 

Moral da história: sentimentos são indiscutíveis e insistir em tal ato é burrice.